Servidor local: vale a pena a sua empresa manter um?

servidor local

Em um universo onde cada vez mais empresas estão aderindo ao cloud computing, muitas ainda permanecem com um servidor local. Esse é o seu caso? 

Bem, sabemos que os motivos para essa decisão são variados e vão desde falta de confiança na nova tecnologia até ausência de estruturação de um planejamento com foco em transformação digital. 

No entanto, um questionamento surge: será que ainda vale a pena ter um desses? Neste artigo, resolvemos elencar alguns motivos para repensar o método on-premise. Continue a leitura e saiba mais! 

6 motivos para entender se vale a pena manter um servidor local

1- O custo do próprio servidor de backup interno

O primeiro ponto destacado neste artigo é o custo. Para que os dados de uma empresa possam ser armazenados com segurança e eficiência, um servidor de boa qualidade precisa ser adquirido.

Com isso, já entramos no primeiro grande gasto que a empresa deverá ter ao adotar um servidor local. Afinal, ela irá precisar do maquinário para dar início à sua operação e, sem ele, é impossível armazenar dados.

Mas, não pense que o custo de aquisição é o único que deve ser colocado na ponta do lápis. Também devem ser considerados os recursos gastos na instalação e o tempo que isso pode acabar consumindo. 

Além disso, inclui-se ainda os gastos como manutenção, prevenção e otimização da ferramenta, que precisa estar sempre funcionando. Afinal, uma queda pode acarretar em tempo perdido e prejuízo para a organização.

2- Servidor local e os gastos com energia elétrica

Além dos gastos elencados anteriormente, um sistema on-premise precisa estar conectado o tempo inteiro e necessita de suporte para que isso aconteça com maior segurança. 

Nesse caso, um sistema de refrigeração deve estar ligado junto ao servidor para garantir que ele não atinja altas temperaturas e acabe sendo danificado no processo. Uma vez que, caso isso ocorra, dados cruciais para o funcionamento da empresa podem ser perdidos. 

Então, se você tem uma empresa e ainda usa servidor local, coloque as seguintes perguntas na mesa: quanto você gasta com um ar-condicionado ligado 24 horas por dia? Quanto seria isso em um ano? E em cinco anos?

Em um contexto diferente, em que o servidor local é substituído por um servidor em nuvem, torna-se possível, por exemplo, realocar esses gastos com energia elétrica em outras áreas mais estratégicas da empresa, investindo diretamente no seu crescimento.

3- Manutenção

Na mesma premissa do último tópico, temos que colocar a manutenção do servidor local como um dos pontos a ser considerado. Ele geralmente afeta as empresas em médio e longo prazo, mas é um gasto inevitável. 

Quando você compra um servidor, ele chega brilhando da fábrica, mas com o tempo ele vai perdendo seu “cheiro de carro novo” e precisa passar por reparos. Seja nos dados tratados, nos softwares instalados ou no hardware. Todas essas partes irão requerer uma boa manutenção, que deve ser periódica. 

Nesse cenário, a lentidão no servidor é apenas o princípio do fim, que pode acabar com a perda de dados que poderia fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso da sua empresa. 

Ao compararmos com o cloud computing, a manutenção acaba sendo muito menor. Isso porque toda a parte de hardware pode ser deixada de lado, assim como boa parte do software. 

Uma equipe de TI ainda precisa ser mantida, mas essa poderá focar em coisas mais importantes. 

4- Espaço físico

Para esse tópico, vamos trabalhar com a seguinte situação: sua empresa resolveu trabalhar com um servidor local e para isso destinou um espaço físico perfeito para que o equipamento coubesse sem maiores problemas.

Toda a instalação foi realizada com sucesso e está perfeitamente ambientada. Os custos foram altos, mas você sabe que os dados estão sendo bem tratados pela sua valorosa equipe de TI. 

Esse cenário parece uma “maravilha”, correto? 

Mas, digamos que depois de algum tempo sua organização começa a fazer um processamento absurdo de dados e com isso o servidor local não consegue mais dar vazão

Ele começa a ficar lento e dar alguns defeitos. Nessa hora você precisa expandi-lo o mais rápido possível. 

A questão é que o espaço físico selecionado antes já não serve mais e ele precisa passar por uma obra, essa que irá gerar custos e mais tempo consumido. Enquanto isso, seu servidor fica parado ou sob risco de ser afetado pelas obras. 

Essa situação imaginária pode ocorrer, principalmente se não houver um planejamento adequado. O espaço físico de um servidor local é sempre uma dor de cabeça, pois gera custos e pode ser um impeditivo para sua empresa continuar crescendo. 

Ainda neste caso, nem é preciso dizer que se o servidor em nuvem tivesse sido adotado, todo esse problema teria sido resolvido. Até na necessidade da expansão do banco de dados esse processo seria mais simples, precisando apenas aumentar o pacote junto ao serviço contratado, por exemplo.

5- Servidor local e as licenças de softwares

E se os gastos descritos até aqui não foram o suficiente, mais recursos ainda precisam ser dirigidos às licenças de softwares. Sistema Operacional, programa de firewall e outras aplicações devem ser adquiridas para que o servidor local funcione bem. 

Atualizações também precisam ser compradas e, em alguns casos, as empresas não possuem um valor fixo por uma licença de software, mas um pagamento periódico para a manutenção dele. 

Quanto realmente é gasto nisso? Bem, o valor irá variar de acordo com a qualidade e a quantidade dos softwares. A equipe de TI da empresa também pode requisitar aplicações específicas para trabalhar, dando sempre preferência àquelas em que eles possuem maior know-how. 

E vale lembrar que essas licenças precisam estar 100% atualizadas, tanto pela segurança do seu servidor quanto para continuar dentro da lei, adequando-se a LGPD, por exemplo. 

6- Depreciação do servidor de backup interno

Lembram do cenário citado no tópico do espaço físico? Aquele em que a empresa se viu na necessidade de expandir seu servidor local? Bem, imagine que, nessa situação, outra coisa precisasse ser feita: a troca de todo o equipamento.

Para não se desfazer do servidor antigo e ainda conseguir algum valor, a venda dele seria o mais plausível. O problema é que aparelhos eletrônicos da área de informática possuem uma depreciação considerada alta. 

Estima-se que um aparelho desses perca 20% do seu valor a cada ano, em média.

Isso nas melhores expectativas, já que no mundo da tecnologia as coisas caminham muito rápido e ferramentas que serviam dois anos atrás podem não ser eficientes agora. 

O que muda com a migração para a nuvem? 

Como vimos, levando em consideração todos esses pontos, é possível perceber que um servidor local representa muitos custos e, em contrapartida, reflete poucas vantagens para o negócio, quando comparado com opções mais avançadas, como servidores em nuvem. 

Os servidores em nuvem acabam sendo a melhor opção por diversos motivos. O custo é um dos principais, já que grande parte do que é gasto no on-premise não precisa ser investido no cloud server. 

Espaço físico, equipamento de servidor, manutenção, licença de software, gastos com energia. Tudo isso fica por conta da prestadora de serviços, que, por trabalhar diretamente com os servidores, precisa investir nisso e eles não são gastos que podem ser chamados de “extras”. Faz parte da operação principal dessas empresas. 

Nesse caso, o custo final no cloud fica apenas por um bom serviço de internet e uma boa empresa que possa fazer um serviço de cloud eficiente. Isso pensando apenas na questão financeira.

Além disso, o tempo também poderá ser poupado e os recursos que seriam gastos acabam sendo realocados para outras áreas cruciais da sua empresa. Por isso, coloque na ponta do lápis todos esses gastos que você verá a diferença.

Como podemos ver, os serviços de nuvem acabam saindo em larga vantagem contra o on-premise quando o assunto é custo. Essa é uma escolha que pode ajudar muito o lado financeiro da sua empresa, mas que também pode dar muitas outras vantagens! 

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